30 Junho 2009

VÁ PROCURAR UMA LAVAGEM DE ROUPA!!!

Tá bom, concordo que o título da postagem não ficou muito bom, mas achei melhor do que "Vão para PQP".
Leiam isso:


"Foi um músico gospel chamado DJ Alpiste (www.myspace.com/djalpiste). Ele começou como locutor numa rádio, cresceu com a arte dele e agora que pode se desenvolver, começa a ficar tolhido porque não tem a venda que lhe assegura o crescimento por conta de cópias." - Geraldo Tenuta, mais conhecido como Bispo Gê


Isso mesmo, um rapper gospel (?!?) foi fazer mimimi para um pastor deputado e esse por sua vez criou um projeto de lei, cheio de furos, que vai demorar anos para ser votado. Porra, não seria melhor se o "músico" explicasse para seus fans que baixar músicas pela rede é "pecado"?
Não fiquei admirado ao tentar compreender a "cabeça" do parlamentar e me deparar com frases do tipo:
"A indústria cultural está morrendo. Essa é uma preocupação que sempre tive" (jura? - sobre o mesmo projeto)
"Nunca nos foi orientado e nem consta em norma alguma que familiares não a pudessem usar e que não poderiam ser usadas para viagens ao exterior."(então tá! - sobre a farra das passagens)

Dá para levar um cara desse a sério?

E quanto ao músico xiliquento? Ele acha mesmo que se acabassem com os downloads ilegais ele venderia mais?

Só posso dizer uma coisa, se o artista for bom mesmo a pessoa vai comprar o produto, só pelo prazer de ter o original. Mas o cara vira astro de uma multidão "eclética", que não sabe nem porque ouve a musica dele, e se diz tendo "prejuizo" com a pirataria? Sem comentários.


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Ouvindo: Those Dancing Days - Hitten
via FoxyTunes

26 Junho 2009

CONSIDERAÇÕES SOBRE A MORTE DE WAKO JACKO.




"Michael Jackson era como uma tia velha louca. Daquelas tias queridas que marcaram sua infância e que depois enlouqueceram e foram viver em um manicômio. Você gosta tanto dela que só de pensar no que ela já foi e no que ela é hoje você fica triste. De vez em quando dá aquela saudade e você passa pelo sanatório pra dar um oi… e acaba saindo feliz em vê-la, mas com mais saudades da tia de outrora…" - João Marcelo Bôscoli

A frase acima meio que resume tudo o que penso por hora. Nunca fui fã do cara(pelo menos que eu me lembre) e nunca entendi essa idolatria toda por uma pessoa que, vez por outra, era acusado de pedofilia. Foi com surpresa que recebi a notícia de sua morte. Ele já havia morrido, para mim, há pelo menos uns 15 anos. Foi a primeira vez que concordei com algo dito pela Marimoon (com o aval da Luiza, em tempo). A situação foi a seguinte: Sophia Reis (insossa como sempre) pergunta para Marimoon se ela havia "sentido" a morte do "astro", no que ela respondeu que, para ela, ele já havia morrido há tempos. Na mesma hora a Luiza percebeu que poderia falar a mesma coisa sem ser massacrada e então afirmou que ele "já havia morrido há uns 15 anos".

Então eu percebi do porquê da minha insensibilidade.
Para mim MJ não existia mais e eu não acompanhava a "carreira" do cara. O que mais me enerva em tudo isso são os "fans" de armário que apareceram, só Deus sabe de onde, depois da sua morte.

Podem me chamar de tudo, menos de incoerente, não gostava e pronto. Não é porque o cara morreu que eu tenho que adquirir uma admiração que não existia antes. Fato. Não vou dançar Thriller nem Black or White (e juro que se nos lugares que vou começarem a tocar essas baboseiras datadas ficarei em casa mesmo), não vou ficar fazendo o Moonwalk (duvido muito que esse passo tenha sido criado por ele) e muito menos começar a comprar seus CDs.
Agora, neguinho tem um CD guardado no armário, há mais de 10 anos, e quer posar de admirador? É um pouco demais para aguentar. Tá bom, seguirei a máxima da minha mãe: "Se você não tiver nada de bom para dizer, então não diga nada". Só espero ter paciência para passar as próximas semanas ouvindo besteiras e ficar na minha, não perdendo nenhuma amizade no processo.

Obs: Notem que não usei o nome do "astro", não quero nenhum fã maluco vindo aqui enchendo o saco...

Ouvindo: White Lies - Death
via FoxyTunes

30 Janeiro 2009

Mário Quintana Rules!!!

É... Já faz uma semana q estou tentando escrever e nada sai... De certa forma devo agradecer, talvez os textos ficassem muito melosos, enfim.
Para não ficar sem postar nada ( o que é chato para caramba) vou fazer algo que não tenho o costume de fazer, usar o texto de outra pessoa. Segue um trecho de um texto de Mário Quintana,
o cara sabia do que falava...

" ...Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso... Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mais ai já é tarde demais... Enfim... Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito... O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutarmos para realizar todas as nossas loucuras... Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."

Disse Tudo...



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Now playing: Teenage Fanclub - I Need Direction
via FoxyTunes

15 Janeiro 2009

PAUSA DRAMÁTICA...

As postagens estarão suspensas até a próxima semana, quando definirei o teor das próximas, que tanto podem oscilar do drama piegas ao cinismo blasé(com uma pitada de humor), sem meio termo. Só não pararei com os contos, esses podem ser sobre qualquer assunto. Esse é o preço que se paga por perder o controle, mesmo que por um curto período, que se deve ter do próprio destino. Não que seja uma coisa ruim, dependendo das circunstâncias, mas é uma situação que dá um pouco de frio na barriga. Existem coisas na vida, situações e experiências, que REALMENTE valem a pena, espero que esse seja o caso. Os dados foram jogados, agora só resta esperar... E torcer...

P.S. Queria muito, mesmo, ter certeza de algo nesse momento...


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Ouvindo: Death Cab For Cutie - Your Heart Is An Empty Room
via FoxyTunes

ANSIEDADE? PELA MANHÃ? NINGUÉM MERECE...

Putz, eu havia prometido que tentaria controlar minha ansiedade nesse ano. Mas ,pelo visto, não estou perto de conseguir.
Só ela para me fazer postar algo entre um copo de café e a ida para o trabalho, post rápido digitado em 3 minutos. O engraçado é a total falta de capacidade de controlá-la. Eu me considero racional o bastante para saber que é só uma alteração bioquímica no meu cérebro, mas colocar esse conhecimento em prática é difícil para caramba. Por que será que me torturo tanto?

P.S. Postagem curta e rápida para NINGUÉM entender...

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Now playing: Nada!!!
via Não tive saco para ouvir música...

13 Janeiro 2009

PERGUNTAS E MAIS PERGUNTAS...

Por que quando, às vezes, recebemos algo que esperamos por um tempo esse mesmo algo vem com aquela sensação de ganho pela metade? Em economia, quando o meio circulante é estável, para alguém ganhar outro alguém tem que perder. Acho que na vida é assim.
Num Blog que descobri recentemente havia uma postagem interessante, tratava da nossa capacidade de se doar em função de outra pessoa. De ficar infeliz para não deixar outra pessoa mal. Incrível como isso é mais comum do que imaginamos. O ser humano, pela lógica, deveria lutar pelo que é do seu interesse, atropelando quem vier pelo caminho. Por que isso não é regra? Claro que existem pessoas que não estão nem ai, pegam o que querem e pronto. Mas essas não vêm ao caso. Quero falar sobre aquelas que, se necessário, abrem mão da própria felicidade pelo "bem" de outrem.
Eu sou uma dessas. Acho que tem algo de empatia. Magoei muita gente pelo caminho e ,posso afirmar que, doeu tanto em mim quanto na pessoa. Por que será que não podemos obter o que queremos sem ter que pagar esse preço? Por que para ganharmos algo alguém tem que, necessariamente, perder? Existem "vitórias" que vêm com aquele gosto amargo que custa a passar. Gostaria de pedir perdão, se fosse possível, para todas as pessoas que magoei, e, por antecipação, para todos que porventura virei a magoar, já que, no meu intimo, tenho a certeza de que isso será inevitável.

P.S. E eu havia prometido para mim que pararia com esses posts melancólicos, mas não tem jeito. O ano começou "bem"... Muitas perguntas e nenhuma resposta.

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Ouvindo: The Radio Dept. - Pulling Our Weight
via Acho q foi no Soulseek...

11 Janeiro 2009

BOAS SURPRESAS...

Meu ex-cunhado (e irmão por adoção) Petrus fez aniversário dia 6 último, mas só comemoramos ontém, dia 10. Era para ser aquela saída básica, tipo eu, a galera, muita birita e ressaca no dia seguinte, mas não é que fui surpreendido? Conheci uma galerinha muito legal. Foi um grata surpresa conhecer o Henrique, a Amanda, Lu e a Shirley Temple, digo Vaneska. Essas duas últimas, blogueiras. Blogueiro é um bicho engraçado, todo mundo sabe que existe, mas pouca gente viu um , igual ao ornitorrinco. A chance de você conhecer um é pequena e duas, na mesma noite, é estatisticamente improvável.


Voltando, foi muito bom conhecer uma turma de 20 e poucos anos com cabeça no lugar e assunto para toda a madrugada. Muito raro isso. Descobri que fui escalado para a quarta temporada de "Lenço's Creek" (fica para um post posterior), Tíbia pode ser um jogo legal, poesia pode ser usada de forma inteligente e que uma pessoa mais nova pode ser mais responsável e maduro do que você. Uma verdadeira madrugada de aprendizado.

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Ouvindo: The Delgados - Pull The Wires From The Wall
via algum prog p2p que usei...

07 Janeiro 2009

PUTZ... VOU VOLTAR A JOGAR VIDEOGAME...

Eu deixei de ver graça em videogames há alguns anos, jogo mais pelo meu filho do que por mim. Mas essas fotos quase me fizeram mudar de idéia. São fotos da modelo que interpreta, em eventos, a heroína Lara Croft (ex-ginasta Alisson Carrol). Nunca achei a Jolie com cara de Lara Croft, acho que esta tem mais a "pegada".



Abaixo "Lara Croft" de biquíni:

Bem, infelizmente só nos States... Aqui teremos que nos contentar com modetes usando perucas pretas, segurando pistolas de brinquedo e usando óculos escuros de camelô... Ninguém merece...

P.S. Piada pronta ( e infame): "Agora dá vontade de pegar meu joystick" ;) (podre essa!!!)


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Ouvindo: They Might Be Giants - How Can I Sing Like a Girl
via Esqueci o nome da pasta


NO FINAL DE SEMANA EM QUE FÁBIO SE MATOU... (CONTO)

Sexta-feira, 23:30h
Fábio estava tão nervoso que quase não conseguiu estacionar o carro. Tinha certeza que aquela seria a última noite em que sairia com Verônica. As palavras dela, e da turma dela, o haviam magoado muito. Quem eram eles para perguntar quem ele era? “Quem você pensa que é?” ou, o pior, “Você é um metido à intelectual, ouvindo músicas que ninguém ouve e lendo livros que ninguém lê...” teriam doido menos se fosse dito por outra pessoa, num outro lugar ou, pelo menos, sozinhos, mas na frente de todos e por Verônica, foi demais.
O problema é que gostava dela. O seu jeito de criança e seu sorriso sincero o havia conquistado desde a primeira vez. Estavam juntos há 2 anos, mas as coisas só mudaram de alguns meses para cá, após a entrada deles na faculdade e a opção de pegarem cursos diferentes. Ele jornalismo, já que tinha facilidade para escrever e, alguns diziam, visão crítica das coisas. Ela pedagogia, bem, ele não sabia o motivo da escolha dela.
Seria ele assim tão diferente? Era crime não suportar reality shows ou micaretas da vida? Uma sensação de vazio se apoderou dele. Nessa hora descobriu que tinha medo da solidão. Ele teria que fazer algo se quisesse ficar com ela. Foi ai que veio o estalo. Se ele era inteligente e conseguia fazer qualquer coisa então se matar não seria má idéia. Foi com essa resolução que ele ligou novamente o carro e se pos a caminho.

Sábado, 03:40h
Estava saindo da casa da irmã com todo o material que julgava necessário. Se ele queria morrer morreria de forma limpa, sem deixar traços do seu passado para ninguém. Seria fácil, ele nunca tivera amigos e seu gosto peculiar só diminuíam a sua chance de conhecer alguém, para falar a verdade seu último amigo de verdade havia sido o Tomás, isto na quinta série. Depois que ele se mudou para Brasília nunca mais tiveram contato, Fábio notou, estranhamente, que essa era a primeira vez que pensava nele em anos. “É”, pensou, “Estava precisando morrer mesmo”.

Sábado, 14:40h
Acordou ainda com um pouco de dor de cabeça, sentiu que estava morrendo quando não teve vontade de ligar seu som. A primeira coisa que fazia sempre que acordava. Olhou para a parede e se lembrou dos pôsteres que haveria de jogar fora. Bandas que fizeram parte de sua vida desde que se interessara por rock. Velhas imagens dos Smiths e do Cure, algumas fotos do Killers e do Keane, todas estas misturadas com Iggy Pop e Front. Essa miscelânea de sons e imagens estavam deixando de fazer sentido para ele. Foi com certo ar de alivio que percebeu que havia pedido o interesse pela CNN também. Continuou seu cronograma. Próximo passo:PC.

Sábado, 22:30h
Após beber meia garrafa de vodka já estava pronto para a fase 3. Apagara todos os seus arquivos de mp3 e e-books, não precisaria mais deles. Despedira-se também de suas comunidades do Orkut e Myspace, falou para todos que empreenderia uma longa viagem e que manteria contato. Mentira, nunca mais falaria com eles. Não que fizessem falta, todos eram de outros estados e países, a única coisa que tinham em comum era a paixão pela música e literatura, essas “paixões” Fábio já começara a perder. Não fazia mais sentido continuar com a convivência. Colocou um pendrive no PC e começou a extrair novas músicas. Após a conclusão da transferência apagou a luz e bebeu o resto da garrafa. Colocou os fones de ouvido e relaxou no chão mesmo. Ouviu as músicas durante todo o tempo que permaneceu dormindo.

Domingo, 11:50h
Acordou com uma ressaca imensa. Ligou para a sua irmã e pediu que ela comprasse roupas novas para ele. Claro que ele não falou que eram roupas para seu funeral. Depois que especificou o que queria e da estranheza da sua irmã ele foi para o chuveiro ainda com o som do PC ligado, mas agora nas caixas.

Domingo, 15:15h
Estava agradecendo a Deus pelo fato da sua mãe está viajando para o interior e não presenciar aquele estranho ritual. Pegou suas velhas camisas xadrez e as camisetas das bandas que um dia tanto gostou. Juntou tudo aos pôsteres e revistas importadas de música. Resolveu deixar os livros, poderiam ser úteis para alguém. Não acenderia a pira agora, era só preparação, a cremação seria a noite. Ainda faltavam os quadrinhos e os action figures , ou os “bonequinhos” que Verônica tanto criticava. De repente se deu conta, como passou bêbado a maior parte deste final de semana não notou a falta de ligação da namorada. Correu para o quarto e então percebeu que o celular havia descarregado. Depois de colocá-lo para carregar viu que haviam 20 ligações dela. Será que ela sentiria falta dele. Duvidava que sim. Resolveu não ligar de volta.

Domingo, 20:00h
Havia acabado de queimar tudo. Tudo o que lembrava sua solitária vida. Ficou sentado por mais um tempo apreciando as chamas se extinguirem, a última coisa a queimar foram seus
pares de Converse. Estava nu, havia queimado também as roupas do corpo. Foi para seu quarto e ligou o som. Não estranhou mais o fato de cantarolar uma música q há uma semana nem sabia que existia. Pegou as roupas que sua irmã havia comprado e as vestiu. Olhou para o espelho e se sentiu bem. Agora o que estranhava era não haver percebido o quanto aquela jaqueta jeans surrada, que agora era apenas cinzas, era incômoda. Pegou as chaves do carro e o pendrive, agora com novas músicas nele. Passou pela porta assoviando uma música baiana que ouvira incessantemente durante o final de semana. Estava indo ver Verônica.

Domingo, 21:45h
Fábio (ou uma considerável parte dele) estava morto.




F I M
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Nas caixas: Ash - Girls From Mars
via meu HD mesmo...

06 Janeiro 2009

LEMBRANÇAS E MAIS LEMBRANÇAS...

Engraçado como é a nossa memória. Existem coisas que achamos perdidas para sempre e que de repente voltam com tudo. Há uns dias estava baixando músicas (coisa que o lastfm tem me obrigado a fazer com certa frequência ultimamente)e veio a pergunta. Baixar o quê? Não sei de onde veio a lembrança, mas me veio o nome de uma música que ouvia muito quando era (bem) mais jovem. Uma música em japonês. Kampai.
Na época em que eu ouvia essa música andava com orientais em São Paulo e ela era cantada por um amigo meu, Xandão, em todos os karaokês em que iamos. Naquela época todo mundo cantava, servia até para paquerar. Se você cantasse tinha mais chancer com as nihonjin (putz, faz um tempão que não uso essa palavra)e para mim, que era gaijin (outra), era ainda mais difícil. Apesar do preconceito que sofria por parte da comunidade eu me divertia muito com eles. Foi nessa época que começou minha predileção por orientais (demorou para passar, acho que já citei isso num post antigo). Lembrei de como ficava decorando as músicas para fingir ler as palavras na tela quando cantava (hilário). Ainda hoje tem gente que jura que sei japonês. Boas lembranças, mas não vem ao caso agora. O assunto é outro.
Continuando, depois da primeira música lembrada começaram a vir uma depois da outra. Tinha músicas que nem lembrava do nome na época e que agora, por algum motivo, me recordava. Vai entender como nosso cérebro funciona. To curioso para saber o que mais ele guarda escondido. Saber até onde essas memórias escondidas moldam nossa personalidade. Tem medo do escuro? Será que você sabe realmente o motivo? Aquela música que te emociona por alguma razão, você imagina o porquê?
Boas perguntas, mas sem nenhuma resposta por enquanto.


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Now playing: Matsuda Seiko - Daite
via FoxyTunes

 
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